Superar os principais desafios da Saúde Ocupacional.
Garantir fichas de aptidão válidas, gerir convocatórias e evitar atrasos na entrega do Relatório Único com o M1 Saúde Ocupacional.
A gestão da Saúde Ocupacional continua a representar-se como um processo operacional complexo e exigente para muitas organizações.
Entre exames médicos, convocatórias feitas manualmente, fichas de aptidão dispersas e exigências legais, a necessidade de garantir o acompanhamento adequado da saúde dos colaboradores é para as equipas de Recursos Humanos, Saúde Ocupacional e Segurança no Trabalho cada vez mais essencial.
No webinar Saúde Ocupacional: Um desafio operacional, clínico e legal, a INCENTEA e os oradores convidados Inês Silva, da MedicineOne e Miguel Pinheiro, da SONAE apresentaram um conjunto de casos reais que demonstram como as empresas podem adotar estratégias mais estruturadas e automatizadas que permitem melhorar o controlo da informação, reduzir tarefas administrativas e reforçar o cumprimento das obrigações legais, incluindo a preparação do Relatório Único.
Principais destaques neste webinar:
- O impacto da Saúde Ocupacional na preparação do Relatório Único;
- Convocatórias para exames geradas automaticamente;
- Maior controlo e gestão das fichas de aptidão;
- Como simplificar os processos de Saúde Ocupacional na sua organização.
A quem se destina?
Equipas de Recursos Humanos, Saúde Ocupacional e Higiene e Segurança no Trabalho da sua organização.
Como a SONAE aplica o M1 para gestão da Saúde Ocupacional?
”"Num contexto “occupational health data driven” a capacidade para conectar ferramentas, recolher, sistematizar e analisar informação de saúde é um fator diferenciador. Conhecer e controlar indicadores clínicos e de saúde como Restrições Médicas, Doenças Profissionais, Patologias, Hábitos ou Prescrições, …, mas também dados de controlo da atividade como concretização de exames médicos e absentismo, são essenciais para uma abordagem mais proativa e precisa na vigilância e promoção da saúde dos colaboradores. Transformar dados em conhecimento acionável, capaz de orientar prioridades, antecipar riscos e demonstrar o impacto efetivo das intervenções na saúde dos trabalhadores e no desempenho global da empresa é a chave.
Aos sistemas de gestão clínica impõe-se, cada vez mais, que sejam catalisadores de tudo isto, registando a informação em campos dedicados, permitindo a sua extração
e/ou que sejam capazes de se conectar com softwares de gestão de pessoas ou de business Intelligence, para além da capacidade de expansão, agilidade e evolução permanente."
Miguel PinheiroOperational Manager, Occupational Health MC SONAE
Veja as aplicações práticas da gestão da atividade diária e do processo Clínico da SONAE.
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